Se você está pensando em comprar ou investir em imóveis fora do eixo São Paulo-Rio, Goiânia merece a sua total atenção. A cidade é o terceiro maior mercado imobiliário do Brasil, pelo terceiro ano seguido. Em 2025, comercializou mais de R$8 bilhões em imóveis mesmo com cenário de juros altos. Em maio de 2026, os imóveis valorizaram 5,32% em 12 meses, acima da inflação no período. E o preço do metro quadrado ainda está abaixo de São Paulo, Curitiba e Florianópolis.
A seguir, você entende por que isso acontece e o que faz sentido considerar se Goiânia está no seu radar para investir ou para morar.

Por que Goiânia se tornou o terceiro maior mercado imobiliário do Brasil?
A resposta não está em um evento isolado, mas numa combinação de fatores que se acumulam há mais de uma década. Há 15 anos consecutivos, o PIB de Goiás cresce acima da inflação. Isso significa mais renda, mais emprego, mais pessoas com capacidade de comprar imóvel.
O resultado aparece nas vendas. Segundo a Ademi-GO e Brain Inteligência Estratégica, Goiânia ultrapassou R$8 bilhões em vendas imobiliárias em 2025, pelo segundo ano seguido. Esse volume se manteve mesmo com a taxa de juros (Selic) elevada, o que mostra que a demanda não depende só de crédito barato. Há compradores com capital próprio, investidores e famílias que simplesmente queriam e puderam adquirir um imóvel.
O Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil) classificou Goiânia como o terceiro polo de imóveis de luxo mais promissor do país, atrás apenas de São Paulo e Brasília. Não pela escala, mas pelo perfil: compradores de alta renda migrando de outros estados, incorporadoras nacionais abrindo operações na cidade, empreendimentos de padrão mais elevado ganhando espaço.
Quanto vale o m² em Goiânia hoje?
Segundo o FipeZAP de maio/2026, o preço médio do metro quadrado residencial em Goiânia é de R$8.280. Nos bairros mais valorizados, o valor é ainda maior:
| Bairro | Valor m² |
| Marista | R$11.318/m² |
| Setor Sul | R$10.802/m² |
| Bueno | R$9.774/m² |
| Jardim Goiás | R$9.474/m² |
Para quem vem de São Paulo (R$12.045/m²), Curitiba (R$11.763/m²) ou Florianópolis (R$13.288/m²), os números de Goiânia mostram que ainda há espaço de valorização, mesmo nos bairros mais caros da cidade.
Os imóveis em Goiânia estão valorizando?
Sim, e acima da inflação. O FipeZAP de maio/2026 registra alta de 5,32% em Goiânia nos últimos 12 meses. No mesmo período, o IPCA (índice que mede a inflação no Brasil) ficou em 4,77%. Isso significa que quem comprou imóvel em Goiânia há um ano preservou o patrimônio e ainda ganhou em termos reais.
No segmento residencial vertical, a valorização foi ainda maior. O preço médio do m² dos apartamentos saiu de R$7.952 em 2023 para R$10.531 em 2025, uma alta de 32,4% em dois anos, segundo a Ademi-GO/BRAIN.
Qual bairro de Goiânia mais valorizou?
Aqui está o dado que surpreende: o Setor Central registrou +30,7% de valorização em 12 meses, o maior percentual entre todos os bairros monitorados pelo FipeZAP em Goiânia.
O Setor Central tem o menor preço médio absoluto entre os bairros destacados (R$6.228/m²), o que indica que a valorização está sendo impulsionada por uma revalorização urbana da região, e não por um mercado já maduro.
Entre os bairros de alto padrão, o Marista liderou com +3,7% em 12 meses, seguido por Bueno (+3,1%) e Setor Sul (+1,8%). Jardim América também gerou crescimento que chama atenção, +7,7% no período.
O padrão que emerge é claro: Goiânia não é um mercado de um único bairro. A valorização está distribuída, e isso abre opções para diferentes perfis de compradores.
Faz sentido investir em imóveis em Goiânia com a Selic alta?
Os dados apontam que sim, mas investimento bem feito depende de leitura de mercado, não só de número agregado. Alguns fatores que reforçam o potencial de Goiânia:
- Preço do m² ainda abaixo de cidades como Curitiba (R$11.763/m²), São Paulo (R$12.045/m²) e Florianópolis (R$13.288/m²), com ritmo de valorização competitivo.
- Crescimento econômico regional consistente como base para demanda imobiliária de longo prazo.
- Diversificação da valorização para além dos bairros premium, o que amplia as opções de entrada.
- Segmento de alto padrão em expansão, com classificação do IDI Brasil como terceiro polo de luxo mais promissor do país.
A estratégia varia conforme o objetivo. Quem busca valorização patrimonial encontra em Goiânia um mercado com histórico consistente e preço do m² ainda abaixo de outras capitais. Quem busca renda de aluguel, olha para bairros e tipologias com alta demanda por locação, e Goiânia tem os dois.
O que os dados de 2025 e 2026 mostram é que o mercado de Goiânia não travou com a Selic alta, vendeu R$8 bilhões pelo segundo ano seguido. Isso significa que há demanda real e que parte do mercado não espera o crédito baratear para comprar.
Goiânia faz sentido para você?
O crescimento na cidade tem ocorrido com constância. O mercado está ativo. E os bairros certos para o seu perfil dependem do que você quer: morar, alugar, ou comprar e esperar valorizar.
A My Broker Marista trabalha com o mercado imobiliário de Goiânia há mais de uma década. Se você quer entender quais regiões e quais tipos de imóvel fazem mais sentido para o seu objetivo, fale com a nossa equipe.
Perguntas frequentes sobre o mercado imobiliário de Goiânia
Qual é o preço médio do m² em Goiânia em 2026?
Segundo o FipeZAP de maio/2026, o preço médio do metro quadrado residencial em Goiânia é de R$8.280. O bairro Marista lidera com R$11.318/m², seguido pelo Setor Sul (R$10.802/m²) e Bueno (R$9.774/m²).
Qual bairro de Goiânia mais valorizou nos últimos 12 meses?
O Setor Central registrou +30,7% em 12 meses, o maior percentual entre os bairros monitorados pelo FipeZAP em Goiânia. Entre os bairros de alto padrão, o Marista liderou com +3,7%, seguido por Bueno (+3,1%).
Goiânia é o terceiro maior mercado imobiliário do Brasil?
Sim. Goiânia ocupa a terceira posição no ranking imobiliário brasileiro pelo terceiro ano consecutivo, segundo dados da Ademi-GO. Em 2025, a cidade comercializou mais de R$8 bilhões em imóveis.
Vale a pena investir em imóveis em Goiânia com a Selic alta?
O mercado de Goiânia manteve R$8 bilhões em vendas em 2025 mesmo com juros elevados, o que indica demanda que vai além do crédito. Para quem busca valorização patrimonial no médio prazo, o preço do m² ainda abaixo de outras capitais e a valorização consistente acima da inflação são fatores favoráveis.
O mercado imobiliário de Goiânia está aquecido em 2026?
O FipeZAP de maio/2026 registra valorização de 5,32% em 12 meses em Goiânia, acima da inflação no período (4,77%). O mercado segue ativo, com valorização distribuída entre bairros consolidados e regiões em revalorização.